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3.1.12

Wild Woman * Mulher selvagem * Mujer salvaje * Femme sauvage

A que se ultrapassa e transcende a si própria,
A que diz as VERDADES ocultas no silencio durante anos da nossa existência,
A que vê o mundo com os olhos destapados dos véus de ilusões promissoras,
A que se invade de coragem e uma força desconhecida,
A que vence os Karmas familiares
Sem medos nem temores nem mais silêncios.
A que se se recorda de sí e Re Nasce liberta,
Que é a Natureza de todos nós,
Honrando todas as Mulheres que nos antecederam,
Mulher Selvagem,  que arreganha os dentes, afia as garras e se transforma, quando chega o momento que não mais pode ser adiado.


6.8.11

Cocoon * Casulo * Cocon

 É bom dar-nos ao luxo de desaparecer do mapa.

É bom desligar-mo-nos de todas as extenuantes redes sociais de internet, mails e chats.

É bom permitirmo-nos regressar ao essencial.

Desaparecer de vez em quando.

Envolver-mo-nos no casulo.

Morrer e voltar a renascer ainda mais vivos, com mais cores e genuínos a nós próprios.

6.12.10

Reset


E quando as coisas não fazem sentido, e no caminho que percorres sentes que vais a andar numa passadeira contra sentido e não sais do mesmo lugar, é altura de parar.
De ficar sozinha e fazer um balanço da vida.
Ou, simplesmente não fazer nada.
Há momentos em que tudo pára.
Em que tem de haver um interregno na nossa vida, em que o portal do passado recente se fecha e entras num tunel vazio, sozinha, sem perceber muito bem onde a Vida te vai levar a seguir e continuas aberto e recptivo ás coisas boas que o Universo te pode trazer.

11.7.10

Karma of Love * Karma do Amor * Karma del Amor * Karma amoureux

6 de Junho de 2010, Praia do Amado, Costa Vicentina, Portugal

Aproximei-me das rochas á esquerda da praia. Uma parede escarpada de rocha, numa mistura de negros, cinzentos e castanhos.
Á medida que me aproximava, um murmúrio silencioso tomou conta daquele espaço.
Já não se ouvia o vento, nem as vozes das gentes, nem as ondas batidas pelo vento.
As águas acalmavam ali entre as rochas, águas que chegavam tranquilas, límpidas, falando docemente.
Sentei-me junto a uma pequena rocha, com os pés na areia molhada, onde um diálogo entre meu ser e os seres que personificam a natureza, se iniciou.
Senti as rochas, a água do mar, chegando docemente a meus pés, a areia, o azul do céu, e serenei, em uníssono com todos os elementos.

25.5.09

In me * Em Mim * En mí *


É nos momentos de dores internas e profundas da alma que Deus nos ilumina com a sua inspiração e nos faz extravasar o nosso ser, e tentar expor em palavras a imensidão que temos cá dentro, no momento da nossa própria evolução, redescobrimos em nós a força que nos faz andar, abrindo o nosso próprio caminho, solitário, porque no fim, o caminho é isso mesmo, todos nós nascemos sozinhos e morremos sozinhos, o caminho fazemo-lo sozinhos, por nós próprios, com a ajuda e a luz dos seres que nele se cruzam tanto para nos dar momentos de luz e felicidade, como para nos fazer passar por dores da alma e do coração, pois não existe o bom sem o mau, o ying sem o yang, tudo faz falta na nossa aprendizagem e crescimento da alma, sem isso, jamais nos conseguiríamos elevar, assim tenhamos força e espiritualidade suficiente para o fazer, em consciência.

19.5.09

Silent Scream * Grito Mudo * Grito silenciado * Scream Muted


Heeeeellllppp
Saturno está retrógado!
Alguém que me tire deste marasmo que me assolou,
será de mim?
será da lua cheia?